TEXTOS...P/ REFLEXÃO E VIDEOS

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ESCREVER ME FAZ VIAJAR Á LUGARES DISTANTES ONDE O CORAÇÃO E A MENTE VOAM PARA TRANSCREVER AO PAPEL.

Seje Bem Vindo.......

Sou....Mulher amiga, amante, mãe...Mulher que inicia seu dia trabalhando...E termina, amando...Mulher que protege, luta briga e chora..E que nunca deixa o cansaço..Tirar o seu sorriso, sua força, a esperança..Que está sempre pronta a amar, e proteger a sua prole...Sua vida, o seu amor..Mesmo que esteja chorando por dentro..No seu olhar esta sempre presente..A força de lutar por tudo o que quer Mesmo cansada..Está sempre pronta para seguir em frente..E quando cai, se levanta tirando de sua queda..Uma grande lição..Aprendendo então, a passar por cima das armadilhas da vida..
Mulher Guerreira que se torna..Forte e frágil ao mesmo tempo...Que busca dentro de seu interior a força..Que chora para poder se fortalecer..Através das lágrimas que rolam..
Que se levanta para poder...Levantar a quem está em sua volta..Precisando de uma palavra de carinho..De esperança, de amor...
Essa é a mulher guerreira Que se faz de forte..Mas ao mesmo tempo é tão frágil...Como um cristal...Mas que não se deixa quebrar tão facilmente...
Sou filha de Iansã....e de Ogum...
SIMPLESMENTE RÊ

sábado, 11 de janeiro de 2014

A Pedra da Felicidade..

A Pedra da Felicidade...





















Nos tempos das fadas e bruxas, um rapaz achou, em seu caminho para casa,
uma pedra que emitia um brilho diferente de todas as que ele conhecia. 
Impressionado, decidiu levá-la para casa.
Era uma pedra do tamanho de um limão e pertencia a uma fada que a perdera
 por aqueles caminhos, em seu passeio matinal. 
Era a Pedra da Felicidade. Possuía o poder de transformar desejos em realidade. 
A fada, ao se dar conta de que havia perdido a pedra, consultou sua fonte de
 adivinhação e viu o que havia ocorrido. 
Avaliou o poder mágico da pedra e, como a pessoa que havia encontrado 
a pedra era de uma família pobre e sofredora, 
concluiu que a pedra poderia ficar em seu poder. A fada decidiu ajudá-lo. 
Apareceu ao jovem em sonho e disse-lhe que a pedra tinha
 poderes para atender 
a três pedidos: um bem material, uma alegria e uma caridade. 
Mas, que esses benefícios somente poderiam ser utilizados
 em favor de outras pessoas. 
Para atingir o intento, cabia-lhe pensar no pedido e apertar a pedra entre as mãos.
 O moço acordou desapontado. 
Não gostou de saber que os poderes da pedra somente poderiam ser 
convertidos em proveito dos outros. Queria que fossem para ele. 
Tentou pedir alguma coisa para si,apertando a pedra entre as mãos, 
mas sem êxito. Assim, resolveu guardá-la, sem muito interesse em seu uso.

Os anos se passaram e esse moço tornou-se bem velhinho. 
Certo dia, rememorando seu passado, concluiu que havia levado uma vida infeliz,
 com muitas dificuldades, privações e dissabores. 
Tivera poucos amigos, porém reconhecia ter sido muito egoísta. 
Jamais quisera o bem para os outros. 
Antes, desejava que todos sofressem tanto quanto ele. 
Reviu a pedra que guardara consigo durante quase toda a sua existência; 
lembrou-se do sonho e dos prováveis poderes da pedra. 
Decidiu usá-los, mesmo sendo em proveito dos outros. 
Assim, realizou o desejo de uma jovem, disponibilizando-lhe um 
bem material. 
Proporcionou uma grande alegria a uma mãe, revelando-lhe o paradeiro 
da filha há anos desaparecida, e por último, diante de um doente, 
condoeu-se de suas feridas, ofertando-lhe a cura. 
Ao realizar o terceiro benefício, aconteceu o inesperado: 
a pedra se transformou em uma nuvem de fumaça e, em meio a essa nuvem, 
a fada - vista no sonho que tivera ao achar a pedra - apareceu-lhe dizendo:

- Usaste a Pedra da Felicidade. O que me pedires para ti, eu o farei.
 Antes devias fazer o bem aos outros para mereceres o 
atendimento de teu desejo. 
Por quê demoraste tanto tempo para usá-la?

O homem ficou muito triste ao entender o que se passara. 
Tivera em suas mãos, desde sua juventude, a oportunidade de construir 
uma vida plena de felicidade, mas fechado em seu desamor, 
jamais pensara em fazer o bem ou levar a felicidade a alguém. 
Ignorava que, fazendo alguém feliz, colheria o bem e a felicidade 
para si mesmo. 
Lamentando o seu passado, de dor e seu erro em desprezar os outros,
 pediu comovido e arrependido, à fada:

- Dá-me tão somente a felicidade de esquecer meu passado egoísta...

Autor Desconhecido


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Vivo este momento...






"Seja qual for o resultado que atraí para dentro de minha vida, numa determinada época, foi exatamente aquilo de que eu precisava naquele momento. 
Por isso, onde quer que eu me encontre é exatamente onde preciso estar AGORA. Quando eu estiver pronta para fazer uma coisa nova, de maneira nova, assim farei, pois a vida se encarregará de me apresentar as situações naturalmente...
O divino designo de minha vida se realiza agora. 
Vivo este momento, estou em paz e tudo está bem no meu mundo.”

Louise L. Hay

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Não há nada de errado com você!

Não há nada de errado com você!


O medo de haver alguma coisa errada conosco é nosso maior obstáculo à alegria. Na verdade, não existe outro obstáculo.

Quando você decide que tem alguma coisa errada em você, algo ruim, alguma carência ou insuficiência, sua vida reflete essa crença. Diante disso, você tem a impressão de que os outros o rejeitam, que o mundo se fecha para você, que o destino é malvado, que a vida está contra você, que os céus o estão punindo. Na verdade, é você que está se condenando e sabotando aquilo que é bom. Assim, tudo precisa de esforço, os sucessos são muito árduos, a felicidade é breve, o amor sempre dá errado e não há paz.

Não há nada de errado com você. Certamente que sua percepção pode estar com problemas. E seu raciocínio pode estar falho. E você pode tomar decisões inconvenientes. Por exemplo, você pode decidir que verá defeitos que ninguém vê em você. Você pode tentar convencer o mundo de que não é digno de amor. Dê a essas ideias estranhas todo o poder, se quiser, mas quem você é – seu Eu incondicionado – permanecerá íntegro, digno e são.

A verdadeira psicoterapia é o processo de modificar seu modo de se ver.A mudança acontece sempre que você pratica a auto-aceitação incondicional, sempre que você se dá um tempo. A mudança acontece sempre que você opta pela bondade no lugar do julgamento, pelo perdão em vez da autoagressão, pelo riso e não pela condenação. A vida sempre melhora quando você se trata melhor.

O ato final (e único) da cura consiste em aceitar que não há nada de errado com você. Experimente fazer este exercício hoje. Insista em procurar o que há de bom em todas as pessoas que você encontrar. Veja a luz em seus olhos, em seu rosto, em seu sorriso e em sua presença. Faça uma reverência mental para a luz presente em todas as pessoas com quem você encontrar hoje. Acima de tudo, não diga a ninguém que há alguma coisa errada com elas. 

Quando você lança essa luz sobre os outros, a fortalece em seu interior.

Robert Holden

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Camiseta Velha

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(¸.•´ Qual de nós não tem ou teve aquela camiseta bem deformada, super confortável, com um furinho safado e que a gente insiste em usar em casa, quando ninguém está vendo? 

A gente chega com um mau humor daqueles, depois de um dia de cão e ela nos espera e nos abraça e nos faz esquecer que há um mundo hostil lá fora. A gente briga com o namorado, discute com a mãe, engole mais um sapo do chefe e, antes de pegar a caixa de chocolate, veste a camiseta. O pneu furou logo depois que desabou a maior chuva dos últimos tempos e não parou ninguém para lhe ajudar a trocá-lo? Então você sonha em chegar em casa, tomar um banho bem quentinho e vestir a camiseta.

Mas tem um dia que você acorda e não se anima a sair da cama. Dentro de sua inseparável companheira, descobre uma desculpa para dar lá no escritório. Já é hora do almoço, mas a fome não vem. Você acha uma boa pedida mergulhar em um pacote de chocookies enquanto a sessão da tarde lhe faz companhia. Sabe aquele furinho? Você acha graça em pensar que grande do jeito que está pode ser considerado uma espécie de ar condicionado. O toque do telefone é desagradável, mas você prefere deixar tocando a ter que ouvir alguém do outro lado da linha. Por falar em linha, que linha é esta pendurada aqui? Ih! Quando você puxou veio junto metade da bainha frontal. É, a companheira velha está nas últimas.
Bom poder reparar nela. Enquanto faz isto não repara em você.

Pois é, vocês já devem ter percebido onde quero chegar.

Primeiro, uma camiseta destas pode ser um conforto e tanto, a menos que você não queira mais tirá-la do corpo. Vamos nos desmanchando com ela. A única diferença é que o fim dela é o lixo ou, na melhor das hipóteses, virar pano de chão. Este é o seu destino? Com certeza você já teve um amigo camiseta-velha. Com certeza você já teve dias camiseta-velha e aposto que só melhorou quando resolveu tomar um banho, vestir uma roupa decente e passar um batom. Sair de casa é opcional, mas ajuda estar com pessoas ao invés de estar com malhas de algodão.

Outra atitude recomendável é jogar este troço fora o mais rápido possível.
Sabe por quê?
Dê uma olhada no espelho e repara se atraente é uma boa descrição do que vê. Sabe aquela caixinha de chocolate, o chocookie, a sessão da tarde?
Vamos trocar por uma maçã, uma saladinha e um cinema?
Ninguém gosta de um espantalho. Nem você. E se você não se cuida, não se gosta, quem fará isto por você? Apenas aquela velha (amiga) camiseta que lhe dá conforto momentâneo, mas quer lhe levar junto com ela para o lixo.

Sempre alerta! As camisetas velhas são uma tentação perigosíssima!

SIM OU NÃO

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Dizer sim quando tudo é favorável à aceitação de um momento, e dizer não quando se faz óbvia a recusa de uma situação. É fácil! 

O problema existe quando queremos dizer sim e dizemos não, ou, o não grita dentro de nós e dizemos sim. Pior ainda, quando dizemos sim ou não e carregamos a culpa por termos aceitado ou negado. 

No nosso processo de 
amadurecimento, percebemos que os fatos da nossa vida têm um seguimento e uma coerência. Não podemos avançar sem a continuidade e o encadeamento desse processo de sentimentos e pensamentos. Quando não encontramos o elo de ligação ou o fio que costura nosso entendimento, recuamos ou paralisamos no caminho.

A culpa que nos abate quando proferimos um não, revela o nosso medo frente ao julgamento e à rejeição do outro. Tentamos justificar, explicar em demasia. E, na verdade, esquecemos de ficar juntos a nós mesmos. Com coerência e determinação, respeitando o espaço, o tempo e a forma de expressão do outro, podemos dizer não sem culpa. Mas é preciso que o nosso equilíbrio esteja presente. Que o discernimento venha para separar o joio do trigo, e saber que cada coisa é tal qual se apresenta.

O sim também pode trazer culpa. Quando dizemos sim para o mundo e negamos a vida dentro de nós. A alegria e o bem-estar. Recuamos diante da colocação do outro. Todo movimento no nosso psiquismo é dual. Tem luz e sombra, é sim e não ao mesmo tempo. Depende do nosso ponto de vista. Se eu me coloco no lugar do desejo do outro, eu não consigo lhe dizer não. Mas se eu me coloco no meu lugar de participante observador, eu consigo lhe dizer não, sem achar que lhe causei alguma infelicidade.

Muitas vezes, não percebemos que o sentimento de culpa que nos atormenta, por termos dito não a alguém, encobre o descrédito que temos em relação à capacidade de adaptação do outro. Pensamos no outro como um coitado que foi frustrado e incompreendido. E, com isso, esquecemos que esse outro possui uma capacidade de reação para se adaptar a situações novas.

Outra coisa importante é que, mormente, nós somos manipulados pela fraqueza que o outro demonstra ter, e não tem. Na verdade, ele quer apenas conseguir seus objetivos. E nós entramos na história vestindo os trajes da culpa, abrindo mão de nossa verdadeira posição.

Sim e não são polaridades do mesmo eixo.
Cabe a nós estarmos centrados para termos coerência e convicção da afirmativa do não e da negação do sim. 

domingo, 1 de janeiro de 2012

JOGUE FORA TODAS AS RESOLUÇÕES!




Por OSHO
Pergunta a Osho:


Se fosse para tomar uma única resolução de ano novo, qual você sugeriria?










Osho:


Esta e só esta pode ser a resolução de ano novo:

Eu resolvo nunca fazer qualquer resolução porque todas as resoluções são restrições do futuro.

Todas as resoluções são prisões.

Você ... decide hoje em vez de amanhã?

Você destruiu o amanhã.

Permita que o amanhã tenha sua própria existência.

Deixe que ele venha à maneira dele!

Deixe-o trazer seus próprios presentes.

Resolução significa que você irá permitir apenas isso e que você não irá permitir aquilo.



Resolução significa que você gostaria que o sol nascesse no oeste e não no leste. Se ele nasce no leste, você não vai abrir as suas janelas, você vai manter as janelas abertas para o oeste.






O que é resolução?

Resolução é luta.

Resolução é ego.

Resolução é dizer: "Eu não posso viver de forma espontânea."

E se você não pode viver de forma espontânea, você absolutamente não vive - você só finge.

Então, deixe apenas uma resolução estar lá: eu nunca vou fazer quaisquer resoluções.

Jogue fora todas as resoluções!

Deixe a vida ser uma espontaneidade verdadeira.

A única regra de ouro é que não existem regras de ouro.






Osho, em:
"Walk without Feet, Fly without Wings and Think without Mind"
Fonte: Blog Palavras de Osho

http://stelalecocq.blogspot.com/


A NATUREZA DA EXPERIÊNCIA MÍSTICA









A NATUREZA DA EXPERIÊNCIA MÍSTICA


Julie Redstone


29 de Dezembro de 2011.






Como uma ampulheta que permite que a areia se mova em duas direções, dependendo de qual bulbo está acima e qual está abaixo, assim também Deus pretende que a alma humana tenha a possibilidade de se mover em duas direções – em direção à unidade com Tudo O Que É, fundida em um universo infinito de Luz, e em direção à existência individual, como um ser distinto, um ponto dentro deste infinito universo.



Como a areia que flui de um bulbo da ampulheta para o outro, assim também, a consciência é capaz de fluir para um espaço além dos limites da percepção comum – além dos limites, nomes, definições e distinções, em um reservatório de luz, no qual há somente o Um – e deste para outro espaço, quando as condições o justifiquem, onde nos tornamos únicos, uma única gota da luz infinita.



Porque ambas as potencialidades existam na consciência humana, o que chamamos de “experiência mística” é, em todas as suas muitas variações, tanto uma profunda experiência da Unidade, mas também simplesmente uma parte do que significa ser humano. Pois é parte da perfectibilidade (a capacidade que o homem possui de aperfeiçoar-se) da consciência humana de se conhecer como Um com tudo o que a rodeia, enquanto ao mesmo tempo, ser capaz de existir como um ser a fim de agir, criar, viver, respirar e trazer esta consciência à forma.




Um dia, o que separamos algo que chamamos de “místico” e algo que chamamos de “comum”, não será mais. O místico não terá um nome, e especialmente, não um nome que o distinga do comum.




Neste dia, a potencialidade humana terá evoluído o suficiente para unir a distância entre o infinito e o finito, entre o invisível e a realidade tangível da vida na forma.



Portanto, o que é místico será simplesmente “o que é” e toda a vida física parecerá como uma polaridade dentro de uma mudança de consciência que se move para trás e para frente, entre pólos de consciência – ora se fundindo e perdendo os limites, ora se manifestando para se mover, falar, gesticular e agir.



No presente, entretanto, estamos ainda nos aproximando desta realidade.




Estamos aprendendo a existir dentro do invisível – ocuparmos o nosso espaço dentro dele, como plenos participantes em um mundo cujas definições mudaram e dentro do qual não podemos operar com as nossas mentes, como o navegador principal.




Neste mundo, estamos ainda nos acostumando a confiar em nossa intuição, e o mais importante, a confiarmos na intuição e na inteligência Divina, que nos levam através das experiências que são tanto formativas, quanto expansivas.





Um grande volume de aprendizagem está em deixar ir o velho e de vir a compreender a diferença entre nos sentirmos como parte de algo, e estarmos em frente de algo enquanto o observamos.





Esta é a distinção fundamental na nova percepção – que nós não vemos mais com os olhos de um observador, mas sim que permitimos um compromisso com a realidade que é mais íntima – aquela em que perdemos o sentido da separação e ganhamos a possibilidade de experienciarmos a vida de uma forma expandida.





Quando chegamos nesta nova percepção, seja através da meditação, da sintonia ou pela luz do amor e da graça, subitamente, não somos mais testemunhas. Em vez disto, estamos dentro do outro, em harmonia com eles, e não há ninguém para observar. Há apenas experienciar. Há apenas ser.





Deste modo, a abertura da sensibilidade mística nos permite conhecer a Beleza que está no centro da Criação. Não pensamos sobre isto. Nós nos tornamos isto.





Ganhamos a entrada em um mundo do sagrado e do divino, no qual a beleza é tudo o que há. Este grande dom da percepção expandida, esta nova consciência que se revela, surge repentinamente de dentro de nós porque ela sempre esteve lá.





Embora no passado a sua presença interior possa ter sido descoberta por somente alguns iluminados, agora, neste momento de luz intensa, ela se tornou o caminho para uma maior Vida para muitos.





Pois, algum dia, muitos saberão que estas coisas não podem ser colocadas em palavras e compreenderão que elas são as coisas mais importantes que somos capazes de experienciar.





Este momento não chegou ainda, mas está no horizonte. Estamos nos movendo para ele e ele está se movendo para nós – o início de um mundo novo e sagrado, revelado – o início de uma nova vida para os habitantes da Terra.

Fonte: LightOmega


Tradução: Regina Drumond

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