TEXTOS...P/ REFLEXÃO E VIDEOS

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ESCREVER ME FAZ VIAJAR Á LUGARES DISTANTES ONDE O CORAÇÃO E A MENTE VOAM PARA TRANSCREVER AO PAPEL.

Seje Bem Vindo.......

Sou....Mulher amiga, amante, mãe...Mulher que inicia seu dia trabalhando...E termina, amando...Mulher que protege, luta briga e chora..E que nunca deixa o cansaço..Tirar o seu sorriso, sua força, a esperança..Que está sempre pronta a amar, e proteger a sua prole...Sua vida, o seu amor..Mesmo que esteja chorando por dentro..No seu olhar esta sempre presente..A força de lutar por tudo o que quer Mesmo cansada..Está sempre pronta para seguir em frente..E quando cai, se levanta tirando de sua queda..Uma grande lição..Aprendendo então, a passar por cima das armadilhas da vida..
Mulher Guerreira que se torna..Forte e frágil ao mesmo tempo...Que busca dentro de seu interior a força..Que chora para poder se fortalecer..Através das lágrimas que rolam..
Que se levanta para poder...Levantar a quem está em sua volta..Precisando de uma palavra de carinho..De esperança, de amor...
Essa é a mulher guerreira Que se faz de forte..Mas ao mesmo tempo é tão frágil...Como um cristal...Mas que não se deixa quebrar tão facilmente...
Sou filha de Iansã....e de Ogum...
SIMPLESMENTE RÊ

domingo, 12 de janeiro de 2014

As duas sementes...

As duas sementes...






















Na primavera, uma jovem senhora semeou o seu jardim.
Duas sementes acabaram sendo enterradas uma ao lado da outra.
A primeira semente disse para segunda :
- Pensa como será divertido, vamos crescer nossas raízes
 fundo no solo e quando elas estiverem fortes, nós vamos 
brotar da terra e nos tornar lindas flores para todo mundo ver e admirar!
A segunda semente ouviu mas estava preocupada.
-Isso parece legal, ela disse, mas a terra não está muito fria? 
Eu estou com medo de estender minhas raízes nela. 
E se alguma coisa der errado e eu não me tornar muito bonita ?
 Então a senhora pode não gostar de mim, eu estou com medo.
A primeira semente, no entanto, não estava intimidada.
Ela empurrou suas raízes para baixo na terra e começou a crescer.
Quando suas raízes estavam fortes o suficiente, ela emergiu do solo 
como uma linda flor.
A senhora inclinou-se cuidadosamente para ela e orgulhosamente
 mostrou a flor perfumada para todos os seus amigos.
Mas enquanto isso a outra semente permanecia dormente.
- "Vamos lá", a flor dizia todo o dia para a sua amiga, está quente
 e maravilhoso aqui em cima, no sol!
A segunda semente estava muito impressionada, mas permanecia 
amedrontada e com insegurança empurrou uma raiz no solo.
-"Ai", ela disse. Essa terra ainda está ainda muito fria e dura pra mim. 
Eu não gosto dela. Eu prefiro ficar aqui na minha própria concha onde 
estou segura e confortável. Há muito tempo par se tornar uma flor.
Nada que a primeira semente dissesse mudava a mente da segunda.
Então, um dia quando a senhora estava fora um pássaro faminto 
voou no jardim, ele ciscava o solo procurando algo para comer.
A segunda semente que estava logo abaixo da superfície estava
 com muito medo de ser comida.
Mas aquele era seu dia de sorte.
Um gato pulou do peitoril da janela e espantou o pássaro.
A semente suspirou de alívio!
E neste momento tomou uma importante decisão :
-É uma tolice desperdiçar meu curto tempo aqui na terra, 
ela disse.
 Eu vou seguir as minhas esperanças e sonhos de 
mudança em vez de meus medos. Então, sem outro pensamento, 
a segunda semente começou a espalhar as suas raízes e também 
cresceu e se tornou uma linda flor.

Desconheço o Autor


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sábado, 11 de janeiro de 2014

Cuida do mais importante e cumprirás a missão...

Cuida do mais importante e cumprirás a missão...





















Era uma vez um jovem que recebeu do rei a tarefa de levar 
uma mensagem 
e alguns diamantes a outro rei de uma terra distante.
Recebeu também o melhor cavalo do reino para 
carregá-lo na jornada.
Cuida do mais importante e cumprirás a missão! 
Disse o soberano, ao se despedir.
Assim, o jovem preparou o seu alforje. 
Escondeu a mensagem na bainha da calça e colocou 
as pedras numa bolsa de couro amarrada na cintura, 
por baixo das vestes.
Pela manhã, bem cedo, sumiu no horizonte. 
E não pensava sequer em falhar. 
Queria que todo o reino soubesse que era um nobre e valente rapaz,
 pronto para desposar a princesa. 
Aliás, esse era o seu sonho e parecia que a princesa correspondia
 às suas esperanças.
Para cumprir rapidamente sua tarefa, por vezes deixava 
a estrada e pegava atalhos que sacrificavam sua montaria.
Dessa forma, exigia o máximo do animal. 
Quando parava em uma estalagem, deixava o cavalo ao relento, 
não lhe tirava a sela nem a carga, tampouco se preocupava em lhe dar 
de beber ou comer.
Assim, meu jovem, acabas perdendo o animal. Disse alguém.
Não me importo. Respondeu ele. Tenho dinheiro. Se este morrer, 
compro outro. Nenhuma falta fará!
Com o passar dos dias e sob tamanho esforço, 
o pobre animal não suportou mais os maus tratos e caiu morto na estrada.
O jovem simplesmente o amaldiçoou e seguiu o caminho a pé. 
Mas, como naquela região havia poucas fazendas e eram muito
 distantes uma das outras, em poucas horas o moço se deu conta da
 falta que lhe fazia o animal.
Estava exausto e sedento. 
Já tinha deixado pelo caminho toda a tralha, com exceção das pedras, 
pois lembrava da recomendação do rei: 
Cuida do mais importante! Seu passo se tornou curto e
lento e as paradas,
 frequentes e longas.
Como sabia que poderia cair a qualquer momento e temendo 
ser assaltado, escondeu as pedras no salto de sua bota.
Mais tarde, caiu exausto no pó da estrada onde ficou 
desacordado por longo tempo.
No entanto, uma caravana de mercadores que seguia
 viagem para o seu reino, o encontrou e cuidou dele.
Quando o jovem recobrou os sentidos, estava de volta em sua cidade. 
Imediatamente, foi ter com o rei para contar o que havia acontecido e
 sem remorso jogou toda a culpa do insucesso no cavalo fraco e 
doente que recebera.
Porém, Majestade, conforme me recomendaste cuidar do 
mais importante, aqui estão as pedras que me confiaste. 
Devolvo-as a ti. Não perdi uma sequer.
O rei as recebeu de suas mãos com tristeza e o despediu, 
mostrando completa frieza diante dos seus argumentos.
Abatido, o jovem deixou o palácio arrasado. 
Em casa, ao tirar a roupa suja, encontrou na bainha da calça a 
mensagem do rei, que dizia:

Ao meu irmão, Rei da terra do Norte! 

O jovem que te envio é candidato a casar com minha filha. 
Esta jornada é uma prova. 
Dei a ele alguns diamantes e um bom cavalo.
 Recomendei que cuidasse do mais importante.
 Faz-me, portanto, este grande favor e verifica o estado do cavalo. 
Se o animal estiver forte e viçoso, saberei que o jovem é fiel e
 sabe reconhecer quem o auxilia na jornada. 
Se, porém, perder o animal e apenas guardar as pedras,
 não será um bom marido nem rei, pois terá olhos apenas para 
o tesouro do reino e não dará importância à rainha nem
 àqueles que o servem...


Redação do Momento Espírita


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A Pedra da Felicidade..

A Pedra da Felicidade...





















Nos tempos das fadas e bruxas, um rapaz achou, em seu caminho para casa,
uma pedra que emitia um brilho diferente de todas as que ele conhecia. 
Impressionado, decidiu levá-la para casa.
Era uma pedra do tamanho de um limão e pertencia a uma fada que a perdera
 por aqueles caminhos, em seu passeio matinal. 
Era a Pedra da Felicidade. Possuía o poder de transformar desejos em realidade. 
A fada, ao se dar conta de que havia perdido a pedra, consultou sua fonte de
 adivinhação e viu o que havia ocorrido. 
Avaliou o poder mágico da pedra e, como a pessoa que havia encontrado 
a pedra era de uma família pobre e sofredora, 
concluiu que a pedra poderia ficar em seu poder. A fada decidiu ajudá-lo. 
Apareceu ao jovem em sonho e disse-lhe que a pedra tinha
 poderes para atender 
a três pedidos: um bem material, uma alegria e uma caridade. 
Mas, que esses benefícios somente poderiam ser utilizados
 em favor de outras pessoas. 
Para atingir o intento, cabia-lhe pensar no pedido e apertar a pedra entre as mãos.
 O moço acordou desapontado. 
Não gostou de saber que os poderes da pedra somente poderiam ser 
convertidos em proveito dos outros. Queria que fossem para ele. 
Tentou pedir alguma coisa para si,apertando a pedra entre as mãos, 
mas sem êxito. Assim, resolveu guardá-la, sem muito interesse em seu uso.

Os anos se passaram e esse moço tornou-se bem velhinho. 
Certo dia, rememorando seu passado, concluiu que havia levado uma vida infeliz,
 com muitas dificuldades, privações e dissabores. 
Tivera poucos amigos, porém reconhecia ter sido muito egoísta. 
Jamais quisera o bem para os outros. 
Antes, desejava que todos sofressem tanto quanto ele. 
Reviu a pedra que guardara consigo durante quase toda a sua existência; 
lembrou-se do sonho e dos prováveis poderes da pedra. 
Decidiu usá-los, mesmo sendo em proveito dos outros. 
Assim, realizou o desejo de uma jovem, disponibilizando-lhe um 
bem material. 
Proporcionou uma grande alegria a uma mãe, revelando-lhe o paradeiro 
da filha há anos desaparecida, e por último, diante de um doente, 
condoeu-se de suas feridas, ofertando-lhe a cura. 
Ao realizar o terceiro benefício, aconteceu o inesperado: 
a pedra se transformou em uma nuvem de fumaça e, em meio a essa nuvem, 
a fada - vista no sonho que tivera ao achar a pedra - apareceu-lhe dizendo:

- Usaste a Pedra da Felicidade. O que me pedires para ti, eu o farei.
 Antes devias fazer o bem aos outros para mereceres o 
atendimento de teu desejo. 
Por quê demoraste tanto tempo para usá-la?

O homem ficou muito triste ao entender o que se passara. 
Tivera em suas mãos, desde sua juventude, a oportunidade de construir 
uma vida plena de felicidade, mas fechado em seu desamor, 
jamais pensara em fazer o bem ou levar a felicidade a alguém. 
Ignorava que, fazendo alguém feliz, colheria o bem e a felicidade 
para si mesmo. 
Lamentando o seu passado, de dor e seu erro em desprezar os outros,
 pediu comovido e arrependido, à fada:

- Dá-me tão somente a felicidade de esquecer meu passado egoísta...

Autor Desconhecido


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Vivo este momento...






"Seja qual for o resultado que atraí para dentro de minha vida, numa determinada época, foi exatamente aquilo de que eu precisava naquele momento. 
Por isso, onde quer que eu me encontre é exatamente onde preciso estar AGORA. Quando eu estiver pronta para fazer uma coisa nova, de maneira nova, assim farei, pois a vida se encarregará de me apresentar as situações naturalmente...
O divino designo de minha vida se realiza agora. 
Vivo este momento, estou em paz e tudo está bem no meu mundo.”

Louise L. Hay

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Não há nada de errado com você!

Não há nada de errado com você!


O medo de haver alguma coisa errada conosco é nosso maior obstáculo à alegria. Na verdade, não existe outro obstáculo.

Quando você decide que tem alguma coisa errada em você, algo ruim, alguma carência ou insuficiência, sua vida reflete essa crença. Diante disso, você tem a impressão de que os outros o rejeitam, que o mundo se fecha para você, que o destino é malvado, que a vida está contra você, que os céus o estão punindo. Na verdade, é você que está se condenando e sabotando aquilo que é bom. Assim, tudo precisa de esforço, os sucessos são muito árduos, a felicidade é breve, o amor sempre dá errado e não há paz.

Não há nada de errado com você. Certamente que sua percepção pode estar com problemas. E seu raciocínio pode estar falho. E você pode tomar decisões inconvenientes. Por exemplo, você pode decidir que verá defeitos que ninguém vê em você. Você pode tentar convencer o mundo de que não é digno de amor. Dê a essas ideias estranhas todo o poder, se quiser, mas quem você é – seu Eu incondicionado – permanecerá íntegro, digno e são.

A verdadeira psicoterapia é o processo de modificar seu modo de se ver.A mudança acontece sempre que você pratica a auto-aceitação incondicional, sempre que você se dá um tempo. A mudança acontece sempre que você opta pela bondade no lugar do julgamento, pelo perdão em vez da autoagressão, pelo riso e não pela condenação. A vida sempre melhora quando você se trata melhor.

O ato final (e único) da cura consiste em aceitar que não há nada de errado com você. Experimente fazer este exercício hoje. Insista em procurar o que há de bom em todas as pessoas que você encontrar. Veja a luz em seus olhos, em seu rosto, em seu sorriso e em sua presença. Faça uma reverência mental para a luz presente em todas as pessoas com quem você encontrar hoje. Acima de tudo, não diga a ninguém que há alguma coisa errada com elas. 

Quando você lança essa luz sobre os outros, a fortalece em seu interior.

Robert Holden

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Camiseta Velha

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(¸.•´ Qual de nós não tem ou teve aquela camiseta bem deformada, super confortável, com um furinho safado e que a gente insiste em usar em casa, quando ninguém está vendo? 

A gente chega com um mau humor daqueles, depois de um dia de cão e ela nos espera e nos abraça e nos faz esquecer que há um mundo hostil lá fora. A gente briga com o namorado, discute com a mãe, engole mais um sapo do chefe e, antes de pegar a caixa de chocolate, veste a camiseta. O pneu furou logo depois que desabou a maior chuva dos últimos tempos e não parou ninguém para lhe ajudar a trocá-lo? Então você sonha em chegar em casa, tomar um banho bem quentinho e vestir a camiseta.

Mas tem um dia que você acorda e não se anima a sair da cama. Dentro de sua inseparável companheira, descobre uma desculpa para dar lá no escritório. Já é hora do almoço, mas a fome não vem. Você acha uma boa pedida mergulhar em um pacote de chocookies enquanto a sessão da tarde lhe faz companhia. Sabe aquele furinho? Você acha graça em pensar que grande do jeito que está pode ser considerado uma espécie de ar condicionado. O toque do telefone é desagradável, mas você prefere deixar tocando a ter que ouvir alguém do outro lado da linha. Por falar em linha, que linha é esta pendurada aqui? Ih! Quando você puxou veio junto metade da bainha frontal. É, a companheira velha está nas últimas.
Bom poder reparar nela. Enquanto faz isto não repara em você.

Pois é, vocês já devem ter percebido onde quero chegar.

Primeiro, uma camiseta destas pode ser um conforto e tanto, a menos que você não queira mais tirá-la do corpo. Vamos nos desmanchando com ela. A única diferença é que o fim dela é o lixo ou, na melhor das hipóteses, virar pano de chão. Este é o seu destino? Com certeza você já teve um amigo camiseta-velha. Com certeza você já teve dias camiseta-velha e aposto que só melhorou quando resolveu tomar um banho, vestir uma roupa decente e passar um batom. Sair de casa é opcional, mas ajuda estar com pessoas ao invés de estar com malhas de algodão.

Outra atitude recomendável é jogar este troço fora o mais rápido possível.
Sabe por quê?
Dê uma olhada no espelho e repara se atraente é uma boa descrição do que vê. Sabe aquela caixinha de chocolate, o chocookie, a sessão da tarde?
Vamos trocar por uma maçã, uma saladinha e um cinema?
Ninguém gosta de um espantalho. Nem você. E se você não se cuida, não se gosta, quem fará isto por você? Apenas aquela velha (amiga) camiseta que lhe dá conforto momentâneo, mas quer lhe levar junto com ela para o lixo.

Sempre alerta! As camisetas velhas são uma tentação perigosíssima!

SIM OU NÃO

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Dizer sim quando tudo é favorável à aceitação de um momento, e dizer não quando se faz óbvia a recusa de uma situação. É fácil! 

O problema existe quando queremos dizer sim e dizemos não, ou, o não grita dentro de nós e dizemos sim. Pior ainda, quando dizemos sim ou não e carregamos a culpa por termos aceitado ou negado. 

No nosso processo de 
amadurecimento, percebemos que os fatos da nossa vida têm um seguimento e uma coerência. Não podemos avançar sem a continuidade e o encadeamento desse processo de sentimentos e pensamentos. Quando não encontramos o elo de ligação ou o fio que costura nosso entendimento, recuamos ou paralisamos no caminho.

A culpa que nos abate quando proferimos um não, revela o nosso medo frente ao julgamento e à rejeição do outro. Tentamos justificar, explicar em demasia. E, na verdade, esquecemos de ficar juntos a nós mesmos. Com coerência e determinação, respeitando o espaço, o tempo e a forma de expressão do outro, podemos dizer não sem culpa. Mas é preciso que o nosso equilíbrio esteja presente. Que o discernimento venha para separar o joio do trigo, e saber que cada coisa é tal qual se apresenta.

O sim também pode trazer culpa. Quando dizemos sim para o mundo e negamos a vida dentro de nós. A alegria e o bem-estar. Recuamos diante da colocação do outro. Todo movimento no nosso psiquismo é dual. Tem luz e sombra, é sim e não ao mesmo tempo. Depende do nosso ponto de vista. Se eu me coloco no lugar do desejo do outro, eu não consigo lhe dizer não. Mas se eu me coloco no meu lugar de participante observador, eu consigo lhe dizer não, sem achar que lhe causei alguma infelicidade.

Muitas vezes, não percebemos que o sentimento de culpa que nos atormenta, por termos dito não a alguém, encobre o descrédito que temos em relação à capacidade de adaptação do outro. Pensamos no outro como um coitado que foi frustrado e incompreendido. E, com isso, esquecemos que esse outro possui uma capacidade de reação para se adaptar a situações novas.

Outra coisa importante é que, mormente, nós somos manipulados pela fraqueza que o outro demonstra ter, e não tem. Na verdade, ele quer apenas conseguir seus objetivos. E nós entramos na história vestindo os trajes da culpa, abrindo mão de nossa verdadeira posição.

Sim e não são polaridades do mesmo eixo.
Cabe a nós estarmos centrados para termos coerência e convicção da afirmativa do não e da negação do sim.